segunda-feira, 19 de setembro de 2011

 "Se não ée amor, ée da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa.Eu sei,não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória,sem sequelas, sem registro de ocorrência? Eu não amo você . Eu tenho certeza que não. Eu amo a mim mesma naquela verdade inventada.Não ée amor,ée uma sorte. Não ée amor, ée uma travessura. Não ée amor, são dois travesseiros. Não ée amor, são dois celulares deligados. Não é amor, é de tarde. Não é amor, é inveerno. Não é amor, ée sem medo. NÃO É AMOR, É MELHOR, É MUITO MAIS QUE AMOR !
s2s2' 

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